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19 de set de 2009


Data: 6 de Março de 2001
Lugar: Universidade de Oxford, Inglaterra

Obrigado, amigos desde o fundo do meu coração, por tanto carinho e a calorosa boas vindas, obrigado Senhor Presidente por seu amável convite que fiquei muito honrado em receber.

Também quero expressar meus agradecimentos especiais a Shmuley, que durante 11 anos tem prestado serviços como Rabino aqui em Oxford. Você e eu temos trabalho com todas as forças para criar o "Heal The Kids" , para escrever nosso livro e em todos nossos esforços, você tem sido um amigo de grande apoio e muito carinhoso.

E também gostaria de agradecer a Toby Friedman, nosso diretor de operações em "Heal The Kids", que volta essa noite a ser a alma mãe.

Estou muito honrado por dar uma conferência no lugar que esteve cheio de figuras tão notáveis como Madre Teresa, Albert Einstein, Ronald Reagan, Robert Kennedy e Malcom X.

Quando hoje olhei ao meu redor em Oxford, não poderia deixar de ficar ainda mais consciente da majestade e esplendor dessa grande instituição, e não falemos do esplendor das mentes dotadas que caminharam por essas ruas durante séculos.

Amigos, não pretendo ter a maestria acadêmica de outros oradores que já falaram daqui , assim como eles tampouco poderiam fazer o moonwalk. Einstein em particular, seria realmente terrível nisso. Mas tive a oportunidade de ter conhecido e conhecer mais lugares e culturas que a maioria das pessoas alguma vez verá.

O conhecimento humano consiste não somente de bibliotecas de papel e tinta, esse também compreende pelos volumes de conhecimento que são escritos com o coração humano, sobre a alma humana e gravados nela. Amigos, passei por tanta coisa nessa vida relativamente curta, que todavia não posso acreditar que tenho somente 42 anos. Uma vez Shmuley disse que minha alma tem no mínimo 80.

Por favor escutem atentamente minha mensagem, porque o que tenho para contar a vocês nessa noite pode trazer a cura da humanidade e de nosso planeta.

Pela Graça de Deus, fui abençoado de ter alcançado muitas das minhas aspirações artísticas e profissionais realizándo-as com pouca idade. Mas isso, amigos são louros, e os louros não são sinônimos do que sou.

De verdade, o alegre menino de cinco anos que cantou em voz alta "Rockin ' Robin" e "Ben" e que foi aclamado pelas multidões não era o mesmo rapaz por detrás do sorriso.

Essa noite, venho diante de vocês não como um ícone do Pop, sim como um ícone de uma geração, uma geração que não sabe que significa ser criança. Todos somos o produto de nossa infância.

Sou o produto de uma infância com carências. Os que conheceram os "Jackson Five" sabem que começei com minha carreira na terna idade de cinco anos e que desde então não deixei de dançar ou de cantar.

Mas compor e fazer música indubitavelmente permanece como uma das minhas maiores alegrias, mas quando era jovem quis mais que nada além de ser um simples rapaz. Quis construir casas nas árvores, ter guerras com balões de água e jogá-las escondidas com meus amigos. Mas o destino não quis assim ...

Mas aos domingos eu ia "pregar", o termo usado para o trabalho de missionário que fazem os Testemunhas de Jeová. E então fui capaz de ver a magia de outra infância das pessoas.

Já que eu era uma celebridade, tinha que me disfarçar com um traje de gordo, peruca, barba e óculos, assim passávamos o dia nos subúrbios da Califórnia do Sul, indo nas casas ou fazendo rondas distribuindo nossa revista de Atalaya.

Eu gostei de pôr os pés em todas as casas suburbanas e ver as crianças jogando nos sofás e almofadas o Banco Imobiliário e suas avós mimando-os e todas as cenas maravilhosas e comuns de uma vida diária. Muito, se discutiria que essas coisas não possam parecer para você algo importante. Mas elas me hipnotizavam.

Pensei que era o único que sentia que não tive infância. Quando recentemente me encontrei com uma grande estrela infantil, Shirley Temple Black, dos anos 30 e 40, não dissemos nada um ao outro no início. Simplesmente choramos juntos, já que ela poderia compartilhar uma dor comigo que só outros amigos próximos como Elizabeth Taylor e Macaulay Culkin sabem. Não sei se digo para ganhar sua compaixão, mas para que saibam um ponto importante: não são somente as crianças famosas de Hollywood que sofreram com uma infância inexistente.

Hoje, isso é uma calamidade universal, uma catástrofe global. A infância se converteu na grande vítima dos nossos dias. Todos a nossa volta sabemos que há crianças que não tem alegria, que não lhe concedem direitos, que não permitem que tenham a liberdade para ser uma criança.

Hoje constantemente induzem as crianças para que cresçam mais rápido, como se esse período da infância fosse uma etapa pesada e que deve ser suportada e passada tão rapidamente da melhor forma possível. E é nisso, seguramente sou um dos maiores experts do mundo.

A nossa geração tem testemunhado a negação entre pais e filhos. Os psicólogos publicam bibliotecas que detalham os efeitos destrutivos de negar as crianças o amor incondicional que é tão necessário para o desenvolvimento sadio de suas mentes e caráter. E devido a toda essa negligência, nossas crianças têm problemas para avançar. Eles crescem mais distantes de seus pais, avós e outros membros da família. Isso criou uma nova geração, a Generação O, poderíamos chamá-la, que agora é reconhecidamente atrelada como a Geração X.

A letra O significa uma geração que tem tudo externamente: a riqueza, o êxito, a roupa e carros fabulosos, mas um grande vazio e dor em seu interior. Aquele vazio em nosso peito, aquela esterilidade em nosso coração, esse vazio em nosso centro é o lugar onde o coração uma vez golpeava.

E não são somente as crianças que sofrem, os pais também. O amor, senhoras e senhores, é a herança mais preciosa da família humana, seu legado mais rico, sua herença de ouro. E isso é um tesouro que é transmitido de uma geração a outra.

Nesses anos passados não puderam ter tido a riqueza de que disfrutamos hoje. Suas casas poderiam carecer de eletricidade, e muitos criaram seus filhos em pequenas casas sem calefação central. Mas aquelas não tinham escuridão, tampouco eram frias. Elas eram iluminadas com o brilho do amor e foram aquecidas com o mesmo calor do coração humano.

Os pais, concentrados pela luxúria do luxo, pelo status, colocaram isso antes que os filhos em suas vidas.

Como vocês sabem, nossos dois países se separaram um do outro assim que Thomas Jefferson mencionou "certos direitos inadiáveis ". E enquanto os americanos e britânicos poderiam discutir sobre justas reclamações, que nunca foi foram discutidos, que as crianças têm certos direitos inadiáveis e a erosão gradual de aqueles direitos conduzido a um monte de crianças por todo o mundo sendo negados as alegrias e a seguridade da infância.

Por isso gostaria de propor essa noite que instalemos um projeto na Convenção Universal dos Direitos das crianças, com novos princípios que seriam:
(continua)


direito de ser amado, sem ter a necessidade de ganhá-lo.

O direito de ser protegido, sem ter a necessidad de merecê-lo.

O direito de ser valorizados, ainda que tenham entrado no mundo sem nada.

O direito de ser escutado.

O direito de que leiam uma história para eles na hora de dormir, sem ter a necessidade de competir com as notícias da tarde.

O direito a uma educação, sem ter a necessidade de se esquivar das balas nas escolas.

O direito de ser querido (ainda tenham um rosto que só a mãe poderia achar bonito).

A fundação de todo o conhecimento humano, o princípio do conhecimento humano, deve ser que cada um de nós sejamos um objeto de amor.

Antes de que saibam se você tem cabelo vermelho ou castanho, antes de que saibam se são negros ou brancos, antes de que conheçam de que religião fazem parte, você tem que saber que o amam.

Aproximadamente faz 12 anos, quando deveria começar minha turnê "Bad", um rapaizinho veio com seus pais para me visitar na minha casa na Califórnia. Ele morria de câncer e me contou o quanto gostava da minha música. Seus pais me disseram que não ia viver, que qualquer dia poderia ir, e lhe disse: " olhe, vou a sua cidade, o Kansas em três meses. Quero que venha ao espectáculo. Vou lhe dar essa jaqueta a que usei em um dos meus clipes. "

Seus olhos se iluminaram sobre mim e me disse: "Você me dará? " Disse " Sim, mas tem que prometer que a levará ao espectáculo. Quando for ao show quero ver você com essa jaqueta e com essa luva" e lhe dei uma das minhas luvas de lantejoulas(e geralmente eu nunca dou minhas luvas).

Ele estava no céu. Mas talvez estava muito próximo do céu, porque quando fui a sua cidade ele já tinha morrido. Seus pais o enterraram com a jaqueta e a luva. Ele tinha somente 10 anos.

Deus sabe que ele tentou o máximo para ficar. Mas ao menos quando morreu sabia que fora amado, não somente por seus pais, mas até mesmo por mim.

Um professor pode desagradá-lo, mas você não se sentirá ofendido, um chefe pode lhe emprensar, mas não se sentirá emprensado, um gladiador corporativo pode vencê-lo, mas todavia triunfará.

Como poderia realmente cada um deles na escala que tem? Já que sabe que é um objeto digno de amor. Se não tem aquela memória de carinho, está condenado a buscar no mundo algo que te preencha. Mas não importa quanto dinheiro tenha ou o tão famoso sejas, todavia ficará vazio.

Em um dia nos Estados Unidos, seis jovens menores de 20 anos se suicidarão, 12 crianças menores de 20 morrerão por armas de fogo, recordo que isso é em um dia, não é em um ano. Trezentos e noventa e nove crianças serão detidos por consumo de drogas, 1352 bebês nacerão de mães adolescentes. Isso acontece em um dos países mais ricos e desenvolvidos na história do mundo.

Sim, no meu país há uma epidemia de violência que não tem paralelos com nenhuma outra nação industrializada. Estas são as formas que os jovens nos Estados Unidos expressam seus danos e sua raiva.

Mas não pense que não há a mesma dor e angústia entre seus colegas no Reino Unido. Os estudos nesse país mostram que cada hora , três adolescentes causam danos neles mesmos, cortando ou queimando seus corpos ou tomando overdoses. Isso é porque decidiram enfrentar com a dor a negligência e a agonia emocional.

Na Grã Bretanha, não menos que 20 % das famílias só se sentam e ficam para jantar juntos uma vez ao ano. Uma vez ao ano!!

Claramente, não temos que nos perguntar onde vem toda essa dor, a raiva e esse comportamento violento. É evidente que as crianças querem terminar com negligência, temeorosos com a indiferença e gritam o justo para ser escutados.

As agências de proteção infantil nos Estados Unidos dizem que milhões de crianças são as maiores vítimas de maltratos na forma de descuidos. Sim, negligência. Nas casas ricas, casas privilegiadas. As casas onde os pais ficam em casa, mas eles não estão realmente nelas, porque suas cabeças estão no trabalho.

Esses números difíceis e frios que para mim deslocam a alma e sacodem o espírito, deveria indicar porque tenho dedicado tanto do meu tempo e recursos na criação da "Heal The Kids" que já é um sucesso colossal.

Nosso objetivo é simples, recriar a relação pai- filho, renovar sua promessa e iluminar o caminho para todos os irmãos dessas crianças que são destinados para que um dia andem por essa terra.

Mas, já que está é minha primeira conferência pública e vocês calorosamente me deram as boas vindas em seus corações , sinto que quero dizer mais.

Cada um tem sua própia história. Dizem que a educação é como a dança. Você toma um passo, seu filho toma outro. Tenho descoberto que a dedicação dos pais aos seus filhos é somente a metade da história. A outra metade é preparar os filhos para que aceitem seus pais.

Quando eu era muito jovem, lembro que a gente tinha uma cadela, ela era uma mistura de lobo e perdigueiro. Não era uma cadela de guarda, ela se assustada e ficava nervosa com um carro buzinando ou uma chuva mais forte em Indiana.

Minha irmã Janet e eu cuidamos daquela cadela com tanto amor, mas nunca realmente reconquistamos o sentido de confiança que foi roubada por seu dono anterior. Sabíamos que ela teve para ser sacrificada. Não sabíamos o porque. Muitas crianças hoje são os cachorros feridos que necessitam de amor.

Existem casos piores de crianças que vivem a animosidade e ressentimento de seus pais. Essa noite, não quero que carreguemos esse erro.

É por isso que apelo a todas as crianças do mundo - começando com as que estão presentes aqui essa noite - a perdoar nossos pais se nós fomos descuidados. Perdóa-os e ensine como amá-los outra vez.

Vocês provavelmente não se surpreenderão se lhes digo que não tive uma infância idílica. A tensão que existe na minha relação com meu própio pai está bem documentada. Meu pai é um homem teimoso e ele empurrou a mim e meus irmãos com força muito cedo e nos obrigou a sermos os melhores no que fôssemos ser.

Ele tinha uma grande dificuldade em demonstrar seu afeto. Nunca realmente me disse que me amava. Se fizesse um grande espectáculo, me dizia que foi um espectáculo bom. Ele esteve absorvido, acima de tudo, fazendo que fôssemos um sucesso comercial. E nisso ele era mais que um especialista.

Meu pai era um gênio gerenciando meus irmãos e eu devemos o sucesso professional, em grande medida, ao caminho que ele nos empurrou.

Me treinou como um empresário e sob sua direção eu não podia descuidar um passo. Mas o que realmente queria era um pai. Queria um pai que me demostrasse amor e meu pai nunca o fez. Nunca disse que me amava olhando-me diretamente nos olhos, nunca brincou comigo. Nunca me jogou uma almofada ou um balão de água.

Mas me lembro uma vez quando eu tinha aproximadamente quatro anos, havia um pequeno carnaval e ele me tomou e me colocou sobre um pônei. Esse pequeno gesto, provavelmente algo que ele esqueceu cinco minutos depois. Mas devido aquele momento tenho esse lugar especial em meu coração para ele.

Mas agora eu sou um pai e pensava em como queria que meus própios filhos, Prince e Paris pensassem em mim quando eles crescerem. Por certo, gostaria que eles recordassem como quero eles comigo em qualquer lugar onde vou ou como sempre tento colocá-los antes de todo o resto.

Mas há também desafios nas suas vidas. Como meus filhos serão perseguidos pelos paparazzi, eles nem sempre poderão ir a um parque ou ver um filme comigo. Que tal si eles ao ficarem maiores se recentirão ao ver como minhas opções choquem com sua juventude? Por que não nos deram oportunidades como todos as outros crianças, eles poderiam se perguntar? E nesse momento rezo para que meus filhos me dêm ao benefício da dúvida. Que eles se digam: "nosso pai fez o melhor que pôde, considerando as circunstâncias únicas que ele enfrentou. "Ele não poderia ser perfeito, mas era um homem calmo e decente, que tentou nos dar todo o amor do mundo."

Espero que elles sempre foquem as coisas positivas, sobre os sacrifícios que fiz para eles e não critiquem as coisas que tiveram que deixar, ou os erros que cometi e seguramente seguirei cometendo na criança deles.

Já que todos fomos filhos de alguém e sabemos que apesar dos projetos e esforços, os errors sempre ocorrerão. Isso somente é ser humano. E quando penso nisso de como espero que meus filhos não me julguem com pouca amabilidade e perdoem meus defeitos, me obriga a pensar em meu própio pai e apesar de minhas negações mais recentes me obrigam a admitir que me ama. Ele me ama e eu sei. Havia poucas coisas que o demostrasse.

As emoções humanas o assutaram, ele não as entendeu ou não sabe como ocupar-se delas. Mas essa noite, ao invés de focar o que meu pai não fez, quero focar todas as coisas que fez e sobre seus própios desafios pessoais. Quero deixa de julgá-lo.

Tenho começado a refletir sobre o fato que meu pai cresceu no sul, em uma família muito pobre. Chegou a idade adulta durante a depressão e seu própio pai, que lutou para alimentar seus filhos, mostrou pouco afeto a sua família e criou meu pai e seus irmãos com punho de ferro.

Quem poderia sequer imaginar o que era crescer junto a um homem pobre e negro no Sul, privado de dignidade, desesperado, lutando para se tornar um homem. Eu fui o primeiro artista negro a ser levado em consideração pela MTV e recordo como foi grande este feito. E isso era os anos 80!.

Meu pai se mudou para Indiana e tinha sua própia grande família, trabalhando durante muitas horas na siderurgia, um tabalho que matava seus pulmões e humilhava seu espírito, tudo para apoiar sua família.

Isso foi o que ele encontrou para ser difícil ao expor seus sentimentos? É algum mistério que endureceu seu coração, que levantou um muro para a emoção? E sobre tudo, é por ele que empurrou seus filhos com tanta força para ter sucesso como cantores, para que pudessem se livrar de uma vida de indignidade e pobreza?

Tenho começado a ver que até a dureza de meu pai era uma espécie de amor, um amor imperfeito, sem dúvida alguma, mas amor. Me empurrou porque me amou. E agora com o tempo, mas bem antes que amargura, sinto a benção. Ao invés de raiva, tenho encontrado a absolvição. E no lugar da vingança tenho encontrado a reconciliação. E minha fúria inicial cedi para o perdão.

Quase uma década, criei uma fundação chamada "Heal The World". O título era algo que senti dentro de mim. Pouco sabia, como Shmuley mais tarde fui advertido, que aquelas duas palavras formam a pedra angular da profecia do Antigo Testamento.

Realmente acredito que podemos curar esse mundo, que é assolado com guerras e genocídios? E realmente penso que podemos curar nossas crianças, as mesmas crianças que podem entrar nas suas escolas com armas com ódio e atirar em seus colegas de classe? As crianças que podem bater em uma outra criança indefesa até a morte, como a história trágica de Jamie Bulger? Desde agora digo que acredito, se não não estaria essa noite aqui.

Mas tudo começa com o perdão, porque para curar o mundo, primeiro temos que nos curar. E curar as crianças, temos que que curar a criança que temos dentro de cada um de nós.

Como um adulto e como pai, compreendo que não posso ser um humano inteiro, nem um pai capaz de dar amor incondicional sem antes não dou descanso aos fantasmas de minha própia infância.

E isso é o que peço a todos. Cumprir o quinto dos 10 Mandamentos.

"Honra sues pais", mas não os julgues. Dê a eles o benefício da dúvida. É por isso que quero perdoar meu pai e deixar de julgá-lo. Quero perdoar meu pai, porque quero um pai e ele é o único que tenho.

Quero vê-lo apoiado sobre meus ombros e passar uma relação nova para o resto da minha vida, livre dos fantasmas do passado.

Em um mundo cheio de ódio, devemos nos atrever em ser ousados. Em um mundo cheio de raiva, devemos ser desafiantes.

Em um mundo cheio de desespero, devemos sonhar. Em um mundo cheio de desconfiança, devemos acreditar.

E quem se sente magoado com seus pais, peço para que esqueça sua decepção. A todos que essa noite se sintem enganados pelos seus pais ou mães, peço que esqueçam esses enganos.

Pergunto se acumularão o mesmo. Damos aos nossos pais o amor incondicional, para que eles também possam aprender como nos amar. Para que o amor finalmente seja restaurado em um mundo solitário.

Shmuley uma vez me mencionou uma antiga profecia bíblica que diz que "um mundo novo e um tempo novo virão quando os corações dos pais sejam sanados pelos corações de seus filhos ".

Meus amigos, somos aquele mundo, somos aquelas crianças.

Mahatma Gandhi disse: "O fraco nunca pode perdoar. O perdão é atributo do forte."

Essa noite, sejamos fortes. Além de fortes, realizaremos o desafio maior de todos que é sanar essa união danificada.

Devemos vencer independentemente da mutilação dos efeitos de nossa infância e da influência que pode ter tido sobre nossas vidas.

Esta chamada do perdão não pode causar mudanças no mundo inteiro só com milhares de crianças que irão recompor sua relação com seus pais, mas isso será pelo menos um início e vamos ser um tanto mais felizes.

Senhoras e senhores, concluo os meus comentários essa noite com fé, alegria e entusiasmo.

Desse dia em diante, uma nova canção pode ser ouvida.

Deixe que essa canção seja o som da risada das crianças.

Deixe que essa canção seja o som das brincadeiras das crianças.

Deixe que essa canção seja o som do canto das crianças.

E deixe que essa canção seja o som que os pais ouçam.

Juntos, criaremos uma sinfonia de corações, maravilhando-nos no milagre de nossos filhos e na beleza do amor.

Deixemos curar o mundo e apazigüar sua dor. E poderemos fazer essa linda canção juntos.

Que Deus abençõe a todos e eu amo vocês.

Muito obrigado( tirado so site reidopop.com)




"será ela a misteriosa mãe de blanket????????


Dieter Wiesner, ex-empresário de Michael Jackson, revelou ao programa Entertainment Tonight que o cantor tinha uma lista de pessoas que considerava seus inimigos, dispostos a destruí-lo.
Entre os nomes listados por Michael estaria o mágico Uri Geller, que já foi cotado como um de seus grandes amigos. O rabino Schmuley Boteach, que conviveu com o artista e era tido como pessoa de sua confiança, também faria parte da lista.
O empresário reconheceu o estilo nada comum do artista, dizendo: “Às vezes, ele era um pouquinho paranóico”.
Ele contou que, certa vez, perguntou a Michael: “O que você está fazendo”? Ao que o astro respondeu: “Estas pessoas querem me destruir”.
Recentemente, Uri Geller admitiu que sua amizade com Michael estava estremecida, desde que ele tentou alertá-lo sobre o uso exagerado de medicamentos.
Outra versão da história dá conta que a amizade acabou em 2002, depois que Uri concedeu uma entrevista ao repórter Martin Bashir.
O promotor público Tom Sneddon, que conduziu o processo movido contra Michael por pedofilia;

O empresário Tommy Mottola, marido de Thalia e magnata da Sony Music;

Janet Arvizo, que acusou Jackson de molestar seu filho Gavin, de 13 anos, que esteve com ele em Neverland.
A intenção de Michael era deixar a lista com pessoas de sua confiança. “Essas pessoas estão atrás de mim e querem destruir minha vida”, teria dito o astro.(retirado do forum reidopop.com)


A policia teme que Dr. Conrad Murray possa fugir do país. Estão Considerando fortememente que haja o risco do médico sair dos Estados Unidos enquanto ocorre a investigação sobre a morte de Michael Jackson, e ele estaria sendo vigiado dia e noite. Também correm boatos de que o Dr. Conrad Murray teria feito algumas averiguações sobre uma possível viagem ao Brasil, já que aqui não tem um tratado de extradição com os Estados Unidos.

por Bruno Fahning

Fonte: Chicago Sun-Times(mas pq será logo no Brasil será que mike está por aqui??)


CARTA AO PUBLICO

Declaração de Steven M. Hoefflin, MD, FICS, FACS
Pessoalmente, estou indo para pôr fim a todas as ameaças na minha vida e contra a minha família.
Agora estou trazendo para o público todas as provas credíveis em minha posse sobre a corrupção em Los Angeles Law Enforcement relacionados a Michael Jackson Investigation. Eu estou indo pessoalmente parar todos verem as ameaças da polícia de Los Angeles na minha vida e as ameaças contra a minha família.
Estes estão ocorrendo porque a execução desses membros de direito sabe que possuo provas incriminatórias abundante que vai colocar um monte de pessoas na prisão.
Irá expor as pessoas que são coniventes
juntos, como Diane Dimond do Entertainment Tonight, com a polícia
de usar documentos falsos para me ameaçar, obstruir a minha independente investigação sobre a morte de Michael e me impedir de fornecer provas às autoridades competentes.
Todas as pessoas que vêm ameaçando a minha família e eu que tenho
provas incriminatórias em vão ser expostos como esta prova para os olhos do público para que eles vejam e parem com as tentativas de ameaças em minha vida que eu tenho enfrentando por muito tempo. Para mim, aguardar a lentidao das investigações do governo para pegar e levar essas pessoas à justiça não viável.
Colin Powell é um amigo meu. Já chamei sua casa e deixou uma
mensagem para ele. Estou pedindo a ele para participar de uma investigação do Congresso em toda a polícia de Los Angeles e Los Angeles Sherriff Departamento Jurídico
Repressão da Corrupção em Los Angeles que está ocorrendo no Michael Jackson e outras investigações importantes que está arruinando a nossa cidade. Eu quero um
Comissão do Congresso para intimar essas pessoas, colocá-los sob
juramento, reunir provas credíveis para um bom advogado de distrito, e trazê-los à justiça adequada. Já pedi Bob Woodward, um relatório sobre esta matéria no jornal The Washington Post.
Estou indo para pôr fim a estas ameaças agora. Eu devo isso à minha família. Devo aquilo para mim. Mas, acima de tudo, devo-o ao público, que sempre quer conhecer a verdade e, especialmente, a verdade sobre o que aconteceu com Michael Jackson.
Em referência à ação de ontem apresentada contra mim por Dr. Arnold Klein, I
estou estabelecido Governo Witness in the Death Michael Jackson
Investigation. A minha opinião é claro que o Dr. Arnold Klein e seus advogados estão a tentar impedir-me de discutir provas incriminatórias que eu possuo sobre o Dr. Klein. Eles sabem que eu tenho esta prova em autoridades. Eles também sabem que as provas incriminatórias vai para ser lançado em breve no meu livro. Na minha opinião e a dos outros, eles desesperadamente querem que eu pare qualquer investigação mais aprofundada e que eu pare de fornecer
ao público e as autoridades sao as provas que eu adquiri.
É minha opinião que o Dr. Klein vem usando uma carta com informações falsas enviadas a ele por Howard Weitzman,
Em julho de 2009, fui convidado para ter um
encontro privilegiado com o Sr. Weitzman e outro advogado. Eu compartilhei provas incriminatórias que eu possuía sobre o Dr. Klein e que ele estava sob investigação por vários órgãos do Ministério da Justiça. Sr. Weitzman me disse que ele não iria falar com o Dr. Klein, não prestar-lhe toda a defesa, nem que ele iria ajudar seus advogados de defesa.
Em 1 de agosto de 2009, depois desse encontro privilegiado legal, Sr. Weitzman preparou uma carta com informações falsas ao advogado Dr. Klein defesa, o Sr. Charnley, em uma tentativa de desacreditar-me. As informações falsas em sua carta
era conhecido por ser falsa por tanto ele como o Sr. João Branca. Sr. Weitzman tinha me dito que tinha discutido com o Sr. Branca. Sr. Weitzman falsamente afirmou que não tinha permissão nem o direito de falar sobre o Michael ou o sua mãe. H também afirmou que ele eo Sr. Branca não iriam me desculpar fornecendo evidências para o público sobre as atividades criminosas do Dr. Klein, que
pode realmente ter contribuído para a morte de Michael,
Logo após a publicação da sua carta contendo informações falsas, a Katherine Jackson saiu de minha casa, eo Sr. Weitzman, minha esposa e eu tivemos uma conversa telefónica. Pedimos que apresenta-se uma carta alterada ao Sr. Charnley, os meios de comunicação que solicitou uma correção, e enviar uma cópia para mim. Ele já tinha escrito à mão e consentimentos assinados
Michael Jackson quer março 1999 me dando permissão para publicamente discutir seus registros médicos e de Katherine Jackson e Rebbie de 18 de julho de 2009 me dando permissão para falar com a imprensa sobre Michael.
Ele me disse que havia discutido o assunto com o Sr. Branca e que eles concordaram em fornecer-me, Sr. Charnley e os meios de comunicação com um letra alterada. Ambos não conseguiram fazer isso apesar de ter documentos comprovando as informações na carta do Sr. Weitzman era falsa.
Em 24 de julho de 2009, tentaram uma difamação com um dos advogados do Dr. Klein, o Sr. Boyer. Eu convidei o Dr. Klein
e Sr. Boyer a sentar-se comigo e passar por cima de todas as provas que eu tinha sobre as atividades criminosas do Dr. Klein e que gostaria de apagar tudo o que eles provaram ser falsas. Eu nunca ouvi falar para trás deles. Seu cliente, o Dr. Klein, também tinha conhecimento do meu consentimento ser dado por Michael
Jackson e Katherine Jackson e Rebbie para discutir Miguel e os seus
prontuários.
Dr. Klein, todos os seus advogados de Richard Charnley, Bradley Boyer, Susan Wootton e da empresa "Ropers, Majestic, Kohn, e Bentley", juntamente com Howard Weitzman, e agora, aparentemente, John Branca sabiam da falsidade da
Carta Weitzman, ainda estão tentando usá-lo em suas tentativas de trazer um processo frívolo contra mim, obstruem o meu testemunho, para me desacreditar.
Com esta prova, eu tenho contato com o procurador-geral da Califórnia, Jerry Brown. Espero que ele coloque uma soluçao neste processo, porque ele nunca permitiu que um tribunal para proceder em uma ação que possa dificultar uma de suas testemunhas primário (mesmo) em uma investigação federal. Além disso,
ele irá agora abrir uma investigação adicional para provável
crimes de que todos esses indivíduos têm cometido na tentativa de
obstruir a justiça, intimidar uma testemunha do governo com um documento que é crimes conhecido por ser falsa, e possivelmente outros.
Eu acredito que com esta prova, agora tenho uma legitimidade para intentar uma ação contra todos eles, que eu certamente, por possíveis crimes cometidas contra mim.
Vou começar a fornecer a mídia e os fãs de Michael Jackson todos
as provas que tenho envolvendo a morte Michael Jackson
Investigação, os corruptos de Los Angeles Law Enforcement, e outros
conspirando juntos para obstruir a justiça. Se alguém tiver outro arquivo calúnia e difamação, sugiro que envie uma cópia directamente à Procurador-geral da Califórnia Jerry Brown.
Aqueles que tentam ferir a minha família e eu deveria parar, porque todas as
prova de que possuímos não estará conosco, mas com o público.
Steven M. Hoefflin, M.D., F.I.C.S., F.A.C.S.
Atenciosamente,
Steven M. Hoefflin, MD, FACS
Immediate Past President
Los Angeles Society of Plastic Surgeons




Galera o negocio parece ser serio.....eu só tenho a carta pq ontem
gravei aqui no pc....e hoje quando fui acessar o link do jornal Radar que tinha publicado ontem....ele sumiu...sumiu tudo
No que eu li, esse ex cirurgia de Micahel pede que quem tiver mais
provas enviar para o pProcurador-geral da Califórnia Jerry Brown
Eu acho que esse cara esta correndo um tremendo risco de vida
e ele fez tudo isso por ele, por sua familia, por nós e Michael
precisamos escrever para esse procurador para lhe mostarr que queremos a verdade......quanto mais pessoas escreverem melhor
para que ele sinta o tamnhao da importancia de Michael e procure
as verdades dos fatos......pq nao sei mas parece que ate Casa Branca pode estar envolvido.......Só sei que foi estranho o link sumir


ORIGINAL AQUI:

Statement from Steven M. Hoefflin, M.D., F.I.C.S., F.A.C.S.
I am personally going to put a stop to all of the threats on my life and the
threats against my family.
I am now bringing out to the public all of the credible evidence in my
possession on the corruption in Los Angeles Law Enforcement pertaining
to the Michael Jackson Investigation. I am going to personally stop all of
the threats from the LAPD on my life and the threats against my family.
These are occurring because those members of law enforcement know
that I possess abundant incriminating evidence that is going to put a lot of
people in prison.
I am not going to allow and will expose those people who are colluding
together, such as Diane Dimond of Entertainment Tonight, with the police
to use false documents to threaten me, obstruct my independent
investigation into Michael’s death and to stop me from providing evidence
to the proper authorities.
All of the people that have been threatening my family and I that I have
incriminating evidence on are going to be exposed with this evidence in
the public eye so they will stop their attempts on my life that I have been
experiencing for too long. For me to wait for the slow wheels of
government investigations to catch on and bring these people to justice is
no longer feasible.
Colin Powell is a friend of mine. I have already called his house and left a
message for him. I am asking him to engage a congressional investigation
into all of the LAPD and Los Angeles Sherriff Department Law
Enforcement Corruption in Los Angeles that is taking place in the Michael
Jackson and other important investigations that is ruining our city. I want a
Congressional Committee to subpoena these people, put them under
oath, gather credible evidence for a good District Attorney, and bring them
to proper justice. I have already asked Bob Woodward to report on this
matter in the Washington Post.
I am going to put an end to these threats now. I owe it to my family. I owe
it to myself. But, most of all, I owe it to the public who always wants to
know the truth and especially the truth about what happened to Michael
Jackson.
In reference to yesterday’s lawsuit filed against me by Dr. Arnold Klein, I
am established Government Witness in the Michael Jackson Death
Investigation. It is my clear opinion that Dr. Arnold Klein and his attorneys
are attempting to prevent me from discussing incriminating evidence that I
possess on Dr. Klein. They know that I have provided this evidence to the
authorities. They also know that credible, incriminating evidence is going
to be shortly released in my book. In my opinion and that of others, they
desperately want me to stop any further investigation and to stop providing
the public and the authorities the evidence that I acquire.
It is my opinion that Dr. Klein is using a letter with falsified information sent
to him by Howard Weitzman, Esq. In July 2009, I was asked to have a
privileged meeting with Mr. Weitzman and another attorney. I shared
incriminating evidence that I possessed on Dr. Klein and that he was
under investigation by multiple agencies of the Department of Justice. Mr.
Weitzman told me that he would neither talk with Dr. Klein, would not
provide him any defense, nor would he assist his defense attorneys.
On August 1st, 2009, after that privileged legal meeting, Mr. Weitzman
prepared a letter with false information to Dr. Klein’s defense attorney, Mr.
Charnley, in an attempt to discredit me. The false information in his letter
was known to be false by both he and Mr. John Branca. Mr. Weitzman
had told me he had discussed it with Mr. Branca. Mr. Weitzman falsely
stated that I had no permission nor right to talk about Michael or his
mother. H also stated that he and Mr. Branca did not condone me
providing evidence to the public about Dr. Klein’s criminal activities, that
may have actually contributed to Michael’s death, the very person who’s
estate they now represent.
Shortly after the publication of his letter containing false information, I had
left Katherine Jackson’s home, and Mr. Weitzman, my wife and I had a
telephone conversation. We requested that he provide a corrected letter
to Mr. Charnley, to the media who requested a correction, and to send a
copy to me. He already had the hand-written and signed consents from
both Michael Jackson in March 1999 giving me permission to publically
discuss his medical records and from Katherine and Rebbie Jackson from
July 18, 2009 giving me permission to talk with the media about Michael.
He told me that he had discussed the issue with Mr. Branca and that both
of them agreed to provide me, Mr. Charnley and the media with a
corrected letter. Both of them failed to do this despite having documents
proving the information in Mr. Weitzman’s letter was false.
On July 24th, 2009, I had corresponded about the issue of slander and
defamation with one of Dr. Klein’s lawyers, Mr. Boyer. I invited Dr. Klein
and Mr. Boyer to sit down with me and go over all of the evidence that I
had on Dr. Klein’s criminal activities and that I would delete anything that
they proved to be false. I never heard back from them. His client, Dr.
Klein, also had knowledge of my being given consents by Michael
Jackson and by Katherine and Rebbie Jackson to discuss Michael and his
medical records.
Dr. Klein, all of his attorneys Richard Charnley, Bradley Boyer, Susan
Wootton and the firm “Ropers, Majestic, Kohn, and Bentley” together with
Howard Weitzman and now apparently John Branca knew of the falsity of
Weitzman’s letter, yet are attempting to use it in their attempts to bring a
frivolous lawsuit against me, obstruct my testimony, and to discredit me.
With this evidence, I have contacted the Attorney General of California,
Jerry Brown. I expect that he will put a stay on this lawsuit because he
would never allow a court to proceed in an action that would obstruct one
of their primary witnesses (myself) in a federal investigation. In addition, I
expect that he will now open an additional investigation into probable
felonies that all of these individuals have committed in attempting to
obstruct justice, intimidating a government witness with a document that is
known to be false, and possibly other crimes.
I believe that with this evidence, I now have a legal standing to bring a
lawsuit against all of them, which I certainly will, for possible felonies
committed against me.
I am going to start providing the media and Michael Jackson’s fans all of
the evidence that I have involving the Michael Jackson Death
Investigation, the Corrupt Los Angeles Law Enforcement, and others
colluding together to obstruct Justice. If anyone wants to file another
slander and defamation suit, I suggest that they send a copy directly to the
Attorney General of California Jerry Brown.
Those trying to hurt my family and I should stop because all of the
evidence that we possess will not be with us but with the public.
Steven M. Hoefflin, M.D., F.I.C.S., F.A.C.S.
Sincerely,
Steven M. Hoefflin, MD, FACS
Immediate Past President
Los Angeles Society of Plastic Surgeons 


(gente quem nos garante que nosso mike nao forjou sua propria morte para poupar sua familia e principalmente seus filhos) (tirado do forum www.reidopop.com)

18 de set de 2009







" ainda dizem que ele nao usava sosías (tirado mjnaomorreuproboards.com)

17 de set de 2009

La Toya, irmã do Rei do Pop, lançou o vídeo da canção Home. Todo o dinheiro arrecado com a música será doado em nome do MJ à uma instituição de caridade apoiada pelo Rei do Pop contra a AIDS.




Originalmente a música foi gravada em 2002 para homenagear a família Jackson, mas só agora foi lançada em memória do Michael e para arrecadar fundos para a caridade.

Nota pessoal: eu sei que tem muitos aqui que não gostam a La Toya e possuem motivos para isso, mas admitamos que tanto o clipe quanto a música são lindos. Em 1:42 de vídeo a La Tya cita um tal de Joker e depois o nome aparece escrito em uma árvore. Joker era um dos apelidos de família do MJ.

16 de set de 2009

Por enquanto o que posso dizer é que alguns fãs do Michael lá de Fortaleza (Ceará), que assim como eu acreditam que o Michael não morreu, e que ainda vai voltar, se reuniram e organizaram um Mega Evento a nível Nacional que vai ser realizado no dia 07/11. Vai ser algo muito grande mesmo, eles inclusive estão negociando alguns Patrocínios que não posso dizer até que esteja fechado o contrato, mas posso adiantar que são empresas de Elite. O evento consiste em fazer uma campanha para que o Michael Volte, intitulada “Volta Michael estamos te esperando”, os organizadores afirmam ter provas verídicas de que o Michael esta vivo, e conforme eles forem me passando estarei postando aqui pra vocês.
Um dos organizadores do evento é o Gleidson Rodrigues ou Gleidson Jackson, como é mais conhecido, ele é Cover do Michael Jackson aqui no Brasil, não conhecia o trabalho dele, mas estive vendo alguns vídeos e posso dizer que o cara é fera, manda muito bem. Então ele faz parte da organização do Evento, junto com minha querida amiga Monalisa que é uma leitora do nosso Blog, ela que inclusive está me passando todas as informações sobre o evento e convidou o nosso humilde Blog para ser o divulgador oficial do Evento, ou seja, se você não acompanhar o nosso blog não terá como ficar sabendo sobre o desenrolar da organização e nem saber como fazer pra poder participar, então galera se liguem e não percam esta grande oportunidade, pois acreditamos que pela dimensão deste evento aonde quer que o Michael esteja ele vai ficar sabendo o que os fãs brasileiros estão fazendo para chamar a atenção dele. Pois queremos contar com fãs de todo o Brasil, de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná… e todos os estados, contamos com vocês, logo mais virá mais informações.
Assinem o nosso Feed e receba as atualizações do Blog por email clicando Aqui, assim não a mínima chance de você perder nenhuma novidade.
Bom é isso é isso galera, peço que acompanhem e que não acreditem nessas noticias de o Michael esta sendo enterrado, que ele morreu mesmo, não percam as esperanças… É isso ai, até a próxima. (retirado do blog aindafazsentido.wordpress.com)

"michael jackson o pegador"









Em 1987, assinei um contrato em uma nova agência, bem famosa na época. Julie, minha agente, me mandou a uma seleção para um vídeo de Michael Jackson, “The Way You Make Me Feel”. No entanto, não haviam me falado para que seria essa seleção. Mas descobri isso mais tarde, com as duzentas esperançosas atrizes que iriam ser testadas.

Quando me chamaram, falaram que era para eu caminhar e mostrar um pouco de charme. A cena se passava em uma rua, em uma área perigosa. Um monte de caras começam a abusar do personagem que eu teria que interpretar, falando coisas como “E aí gatinha, como você vai?”. Coincidentemente, a mesma coisa tinha acontecido comigo no caminho para o estúdio. Alguns caras tinham me cantado na rua, e posso dizer que estava preparada.

Eu corria pelo cenário algumas vezes, e meu teste foi filmado. Dias mais tarde, fui outra vez ensaiar, com um vestido bem curto. Foi quando finalmente fiquei sabendo que o vídeo ia ser com Michael Jackson. Fui levada a uma sala pelo coreógrafo do vídeo, Vince Patterson.
Michael estava lá, mas eu estava muito tímida para sequer olhar para ele. Patterson me falou para fazer alguns movimentos, os quais fiz com perfeição.

Finalmente dei uma olhada para Michael. Ele estava sentado, com uma camisa vermelha, chacoalhando-se com a música com um lindo sorriso no rosto. Eu o vi virar-se para a pessoa perto dele e falar algo. Mais tarde, descobri com David Banks, uma das pessoas que escreveu o “script”, que Michael havia dito: “Essa é a garota. O resto são extras”.

Nunca vou esquecer quando minha agente me ligou pra avisar que o papel era meu. Eu gritei tanto que toda Hollywood deve ter me ouvido. Era algo tão grande pra mim. Senti que minha carreira finalmente ia decolar.
A gravação durou cinco dias e o último foi só dedicado para fazerem cenas em close de mim. Já no segundo dia, o gelo entre eu e Michael havia sido quebrado. Aconteceu no meio de uma cena em que ele me perseguia, e eu teria que correr em direção a um carro quebrado, no meio da rua. Meu vestido estava tão apertado que eu tive que me virar para sair do carro.

Durante uma tomada, quando fui me virar, minha bota de salto alto ficou enroscada, e eu não conseguia sair. Michael colocou sua mão em minha barriga da perna e então na minha coxa para me puxar.
Eu fiquei um pouco excitada com a situação e perdi o controle da situação. Caí do carro e acabei caindo de bunda no chão. Rolamos de dar risada quando ele tentou limpá-la. Então olhamos um nos olhos do outro. Depois disso, uma amigável e quente conexão começou a acontecer entre nós dois…

Enquanto esperávamos no set, nos dias após aquela cena, Michael começou a me fazer perguntas sobre minha vida. Por algumas vezes ele ficava me cantando, me me falava que eu andava de um jeito incrível. Eu falava: “Bem, eu caminho normalmente”. Ele olhou pra mim e riu: “Não, você anda de um jeito muito sexy”.
Não muito tempo depois da produção do vídeo ter terminado, o dublê de Michael, Craig, que havia se tornado meu amigo, me ligou e disse: “É…Michael fala sobre você toda hora. Ele me perguntou como você está e disse pra te falar ‘oi’. Eu acho que ele realmente gosta de você. Ele fala do jeito que você é bonita, do jeito doce que você é”.

Craig me sugeriu que fosse visitar o set de um outro vídeo que Michael estava fazendo. Achei que fosse uma grande idéia, então Craig pediu permissão a Michael, e alguns dias mais tarde fui convidada a ir ao set. Foi muito legal estar lá e ver Michael novamente. Ele me mostrou todo o set, e então assisti à gravação e fui comer algo com ele e o empresário dele no trailer. No fim do dia, percebi que não tinha uma carona para voltar pra casa. Tinha acabado de me mudar pra Nova York e ainda não dirigia.
O táxi ao estúdio tinha custado mais do que esperava, e não tinha dinheiro suficiente para voltar pra casa. Craig me falou para pedir uma carona a Michael.

Estava muito tímida para ir falar com ele diretamente, e expliquei minha situação a Miko Brando, filho de Marlon Brando e o braço direito de Michael. Perguntei a ele se ele poderia me emprestar uma grana ou me dar uma carona. Miko falou que ia ver com Michael, mas achou que não tivesse nenhum problema em me dar uma carona na limusine. Minutos mais tarde, eu estava no caminho de volta pra casa, sentada ao lado de Michael na Mercedes dele, com Miko na direção. No começo Michael parecia nervoso, como uma criança. Conversamos bastante, basicamente sobre nossas famílias. Chegamos a um ponto de darmos as mãos.
Quando cheguei em casa, agradeci a ele e disse que esperava vê-lo de novo. E ele falou: “Ah, você vai ver, sim”.

Pouco tempo depois, fui contratada para trabalhar com Michael na Bad Tour, para fazer a parte do vídeo ao vivo em Kansas City e em Nova York. Se funcionasse, haveria mais performances em outras cidades durante a turnê. Naturalmente, eu estava fascinada por trabalhar com o Michael outra vez.
Fizemos os shows em Kansas City e daí chegamos a Nova York, onde teríamos três dias no Madison Square Garden. Eu tinha uma idéia para o fim da performance, que eu achava que iria melhorá-la. Depois da quente e intensiva perseguição de Michael, tudo o que ele fazia no final era me dar um abraço. Era como se não fosse o bastante, deixando a platéia desapontada. As pessoas vinham pra mim e falavam: “Se Michael está tão apaixonada pela garota, por que ele apenas dá um abraço nela no final?”.

Eu queria discutir o problema com o Michael e perguntar a ele se estaria tudo bem se desse um beijo nele, em vez de apenas abraçá-lo. Mas era tudo tão corrido que eu não conseguia ver ou falar com ele exceto quando estávamos no palco. Então, na segunda noite de show, no fim do abraço, eu me ergui e dei um pequeno beijo nas buchechas dele. A platéia ficou maluca, Michael ficou surpreso, e sorriu. Depois de tudo, nada mais foi dito pelos seus ajudantes a não ser o rotineiro “Ótimo show!”.

O próximo dia era o último marcado para eu fazer a performance, e eu liguei para a secretária do Michael e perguntei se poderia falar com ele. Ela me deu o número dele mas falou para eu não ficar muito tempo no telefone porque ele estava muito cansado. Eu liguei pra ele e agradeci pela oportunidade de trabalhar com ele. Eu também falei que esperava que meu pequeno beijo não o tivesse deixado zangado. Michael me assegurou que tudo estava certo. “Posso ir um pouco mais longe, hoje à noite?”, perguntei a ele. “Sim, claro, seria demais”, ele falou. Eu o agradeci novamente e desliguei.

Eu estava bastante nervosa na noite final, na hora que entrei no palco. Eu ficava me perguntando se deveria ou não realmente beijá-lo. Eu sabia que a platéia iria amar aquilo. Mas eu também estava sob a impressão, tanto pelo tempo que passei com o Michael e também pelas pessoas que trabalhavam com ele na produção, de que ele estava apaixonado por mim. Eu percebia pelos nossos olhares, nosso gestos, nossos abraços, pelas doces pequenas coisas que ele dizia ou fazia.

Quando chegamos ao fim do número, eu fiquei parada em frente dele. Minhas mãos estavam em seu pescoço e eu olhava diretamente nos olhos dele. Ele tinha aquele olhar bem sexy no rosto. Ele mordeu os lábios. Eu me empurrei em direção a ele e ele colocou as duas mãos na minha cintura. Nós nos abraçamos, e então nos beijamos na boca. A platéia foi à loucura. Eu me retirei do palco e Michael seguiu cantando e rindo, com muito mais vida na sua voz, como eu jamais havia ouvido.

Quando fui para os bastidores, todos os dançarinos me cumprimentaram, falando como o show tinha sido ótimo e de como Michael parecia estar feliz. Eu amei a maravilhosa repercussão que o show teve. Para mim foi muito mais que uma performance. Eu realmente gostava dele, e sabia que ele gostava de mim, também. Eu sentia que havia algo entre a gente.

Quando voltamos ao hotel, John Draper, o “tour manager”, veio comigo e me acompanhou pra pagar a conta do hotel. Enquanto estávamos na recepção, Miko Brando saiu do nada e começou a gritar do fundo da garganta dele: “Como você se atreve a fazer aquilo com o Michael?”, ele gritou. “Sua vadia, sua p… desgraçada, o que você fez? Como você se aproveita dele daquele jeito em frente de todas aquelas pessoas?”.
Ele continuou falando, obviamente sem ter idéia de que eu e Michael havíamos combinado tudo previamente. Foi tão sem noção.

O empresário de Michael, Frank Dileo, passou por ali. Depois de todo show, ele vinha me dar um tapinha no ombro, me chamando pra falar como o show tinha sido bom. Naquela noite, ele não me falou nada, e no lugar me deu o olhar mais sombrio que eu jamais havia visto. Até hoje não tenho idéia do porquê daquilo tudo que fiz ter sido tão terrível, mas aquele foi o fim da turnê pra mim. Eu não fui chamada quando a Bad Tour seguiu para o restante das cidades. A Sheryl Crow [que fazia backing vocal] tomou o meu lugar.

Eu fui embora e chorei muito – por perder a oportunidade e por perder Michael. Sua mãe, Katherine, também não entendia o que tinha acontecido. Ela mais tarde me convidou para ir à casa dos Jacksons em Encino, e conversamos muito. Ela me contou que quando estávamos gravando o
vídeo, Michel havia perguntado a ela o que ele deveria fazer comigo. Ele havia contado o tanto que gostava de mim e que ele estava se apaixonando por mim. Ela falou pra ele se expressar, pra falar mais dos sentimentos dele.

Ele nunca me falou nada parecido, apesar de outras pessoas que o rodiavam – guarda-costas, secretárias, produtores – terem me falado. A única explicação que posso imaginar é que os empresários de Michael podem ter me visto como uma ameaça. A Bad Tour foi uma das mais promoções que mais fizeram sucesso na carreira dele, e as pessoas que trabalhavam com ele não queriam estragar tudo – especialmente através de uma relação com uma garota que eles mal conheciam.
Talvez eles imaginaram que eu fosse como uma fã louca, que se imaginava sendo amante do superstar. Michael havia feito o vídeo de “Dirty Diana”, com uma estória similar. Pra mim, no entanto, os sentimentos sempre tinham sido mútuos. Eu me sentia muito bem com ele. Talvez, também, eu tenha sido inocente, ou ter me enganado muito com as coisas que aconteceram entre eu e Michael.

Mesmo que isso tenha acontecido, eu sempre me comportei de uma maneira totalmente profissional. Infelizmente, ter sido despedida da turnê teve horríveis repercussões pra mim, tanto psicológica como profissionalmente. Espero um dia poder deixar essa experiência pra trás e continuar, mas por anos ela tem me perseguido. Certamente ela ilustra como o “show business”, dinheiro e cobiça podem separar completamente duas pessoas que se gostam muito.




Fonte: http://mjforever.wordpress.com/categ...chael-jackson/

15 de set de 2009

 
A enfermeira Cherilyn Lee, que trabalhou para Michael Jackson entre janeiro e 19 de abril de 2009, fez novas declarações a respeito da saúde do astro. Segundo ela, o cantor estaria perdendo cerca de 3 kg em cada dia de ensaio para seus 50 shows programados para Londres.

“Ele estava preocupado com o peso dele, ele estava perdendo muito. Quando ele estava ensaiando, ele transpirava demais. Ele me dizia que precisavam secar o palco depois das canções de tanto que ele transpirava", disse Lee. "Ele se desidratava perdendo cerca de 3 Kg por dia em água".

Embora peso em água possa ser reposto, uma desitratação tão severa pode ser perigosa. Fora isso, Lee afirma que Jackson não tinha outros problemas de saúde quando ela o encontrou em janeiro.

“Antes de qualquer tratamento nutricional [Lee é nutricionista], eu faço um exame laboratorial detalhado. Eu fiz um teste sanguíneo completo e não houve nenhum sinal de alerta. Por causa da dieta dele, o açúcar no sangue estava um pouco baixo, mas não a ponto de causar algum problema. O nível de vitamina D também estava um pouco baixo. O ácido fólico - que indica presença ou não de anemia - estava bem. O funcionamento de todos os órgãos foi checado. Não havia indicação de doença do coração. Testamos a proteína C reativa. Nenhum problema (o teste serve para a detecção de inflamações pelo corpo e pode descartar doenças coronárias e cardiovasculares. A hemoglobina A1c, que teria indicado diabetes, estava bem. O fígado, os pulmões, tudo estava bem. Ele estava saudável.”

Fonte: Msnbc

Filho de peixe peixinho é

"ainda não há provas que michael seja o pai de omer mais vamos ter que concordar o cara dança muito e tem talento (palavras de joe jackson ele é um jackson dança como um jackson!!!)


 
 que o Omer é a cara de blanket é

Publicada em 14/09/2009 às 18h48m
O Globo

RIO - Um astro do rock, no auge da carreira, se desilude com o dinheiro e a fama e fica obcecado com a morte. Esse seria o enredo do romance que Michael Jackson teria deixado pronto, segundo informações do site da revista "Essence".

A obra estaria sendo comercializada por editores novaiorquinos, que já especulam em centenas de milhares de vendas. Segundo a fonte da revista, o livro é inspirado na escalada do próprio Michael rumo ao estrelato e na sua autoimposta reclusão, reflexo de uma vida interior atormentada.
O cantor teria sido ajudado por um colaborador, mas a concepção do roteiro, dos personagens e das ilustrações seria sua.

Fonte: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/...-767600750.asp